Jesus, nosso único amor

Jesus, nosso  único amor
Olhai sempre por nós

Sejam bem vindos e mergulhem no Amor de Deus por nós!

Tudo por um mundo cheio do Amor Incondicional de Deus por nós. Mudemos o mundo levando as imagens invisíveis do Céu para a humanidade que hoje só crê nas imagens visíveis.

ZELAR PELA MÃE TERRA

ZELAR PELA MÃE TERRA
Minha doce Mãe, te ofereço essas flores!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Jesus é Deus, como Deus via: eis aqui a dor! Como Deus olhou também o amor: eis aqui a Redenção.




223. - Em Jerusalém vivi  a saudade, vivi horas intensas;  a Igreja crescia.

Minha casa em Nazaré estava sobre a colina. Agora, dividida em duas partes, está ainda em meu coração. Ali cresceu Deus! Quando contava a Lucas Sua história, percorria com o pensamento aquelas sendas, aquelas aldeas por onde Ele havia passado...

Para muitos sua história é fantasia... foi uma vida intensa e tecida de dor.
Jesus é Deus, como Deus via: eis aqui a dor! Como Deus olhou também o amor: eis aqui a Redenção. Em Jerusalém vivi a saudade, vivi horas intensas... Crescia a Igreja. Esses homens faziam grandes coisas: Jesus operava neles. Da casa de Nazaré olhava o entardecer...

Quando Jesus estava longe, pensava onde dormiria essa noite. "Aonde o Pai me mande, eu irei... Pensará em Mim e eu n'Ele: somos uma só coisa e o Espírito nos une..."

Recordava estas palavras e no entanto meu humano amor maternal fazia tremer meu coração: "Acaso terá frio..." "Pensará n'Ele o Pai...". Sentia-me consolada.

E Jesus percorria aquela terra, fatiga, suor, frio... "Levarei o amor e a luz...". E me sentia ainda mais consolada pensando em suas palavras. E na cozinha, olhava da janela o pequeno jardim...

Tornava a ver e torno a ver agora sua infância, a sentir vozes e perfumes. São intensos os aromas de minha terra... O vento me trazia as lembranças. E Jesus ia para sua Paixão. Essa Paixão! Eu, debaixo da Cruz, tomava com Jesus para Mim a dor do mundo!

O pecado que tanto afligiu  meu Filho! Antes de regressar à Nazaré nós ficamos nessa casa que agora é uma Igreja.

Graças àqueles que vem para esta casa e pensam em nós com carinho! Graças para a alma e pelos dias passados conosco. Quando voltareis? Esperamo-vos sempre!

8 de maio de 1986

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