Jesus, nosso único amor

Jesus, nosso  único amor
Olhai sempre por nós

Sejam bem vindos e mergulhem no Amor de Deus por nós!

Tudo por um mundo cheio do Amor Incondicional de Deus por nós. Mudemos o mundo levando as imagens invisíveis do Céu para a humanidade que hoje só crê nas imagens visíveis.

ZELAR PELA MÃE TERRA

ZELAR PELA MÃE TERRA
Minha doce Mãe, te ofereço essas flores!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"Jesus, tu és Deus, e eu te esperava quando me trazias aquele cesto e te acreditava um rapaz como os demais: mas melhor que os outros!"

 


79. Serás a Mãe da humanidade.


Naquele tempo, Jesus tinha oito anos. Víamo-Lo crescer sempre assombrados com sua bondade, com sua inteligência... "Myriam, mas Ele é Deus!"

"José, Ele é também Meu Filho: Que coisa grandiosa! E que grande responsabilidade!"

Jesus estava sempre muito ativo, trabalhava, ia à horta, sabia também semear, podar... "O semeador que semeou palavras de Vida nas almas!"

"Mãe,é bonito semear e depois esperar que cresçam as plantinhas..."

Naquele dia havia semeado escarola para nossas ceias.

"Mãe, por vontade do Pai, que me enviou, semearei o amor nos corações abertos ao amor".

Corações abertos ao amor! Vos peço isto por amor a Ele: sede com corações abertos, sempre dispostos a dar, a perdoar!

Era primavera, a terra perfumada e o ar era suave:

"Mãe, eu gosto desse doce vento, apenas move as folhas..." E o vento sopra sobre quem quer... O vento sopra sobre quem Deus quer! E os homens, os raros homens sobre os quais o vento soprará, darão fé e paz aos irmãos, e os irmãos não deverão julgá-los com maldade, mas aceitá-los com amor, depois de haver compreendido que são verdadeiros profetas, e meios de Deus entre Ele e eles. Homens, mulheres, como os outros, no meio dos outros, raras criaturas, que darão sem pedir, criaturas sempre provadas pela dor: os estigmas da alma!

"Mãe, posso fazer uma visita a Simão?"

"Sim, podes, e que queres levar-lhe?"

"Quisera dar-lhe azeitonas e um queijo pequeno, os pães doces e o que Tu me deres; Mãe, ponha de tudo em minha cesta, Tu sabes oferecer as coisas boas com tanta gentileza... Mãe, serás Mãe da humanidade: e a ela lhe darás amor!"

Se pôs ao largo no caminho, levando a cesta que pesava bastante e por isso ia um pouco inclinado e com ar de felicidade, porque pensava na felicidade de seu amigo quando encontrasse tantos presentes naquele cesto. Havia posto também minha ânfora cheia de azeite, muitos pães doces e também era alegria e doçura para Mim o pensar na alegria daquele pequeno enfermo.

Depois do milagre que obteve de Jesus, por vontade do Pai, apenas Jesus pôde fazê-lo, Simão, que então já era homem, teve uma vida normal e uma família, e amou sempre a Jesus e lhe esteve sempre muito agradecido:

"Jesus, tu és Deus, e eu te esperava quando me trazias aquele cesto e te acreditava um rapaz como os demais: mas melhor que os outros!"

"Simão, sou o que tu dizes, mas sou igualmente teu amigo de sempre. Trouxe-te aqueles presentes, posso curar-te e agora, em verdade, te digo: cuida sempre de teu espírito: é  o mais precioso que tens, o que é teu verdadeiramente!"

Quantas coisas quisera dizer-te de Jesús, que ninguém conhece, e no entanto era um rapaz e fazia coisas que também fazia teu filho: observar, correr, brincar. Aos oito anos já era muito ajuizado, mas também era Deus, Jesus com suas duas naturezas que são difíceis de discernir para quem tem uma só natureza (e todos então), a natureza humana, cheia de limites.

Quando o Anjo me anunciou o acontecimento e Eu lhe respondi que não conhecia varão, pretendi dizer-lhe que nunca havia conhecido a nenhum homem e então lhe disse inspirada, sem compreender. Devia ser o primeiro cálice de Jesus, e o cálice deve ser de ouro puro. Meu Filho veio do espírito, não da matéria e foi homem entre os homens, não para a matéria mas para o espírito dos homens.

Jesus aos oito anos trabalhava muito com José, o trabalho não faltou nunca: tinham para fazer desde cadeiras até berços, e também os bancos do mercado, e não somente para aqueles de Nazaret mas também para os vizinhos.

 Os mercadores apoiavam sua mercadoria mais fina sobre bancos e as coisas menos delicadas as extendiam sobre esteiras. Todo aquele trabalho nos alcançava meios  para poder viver com dignidade, nada mais, mas a nós nos bastava.

 O trabalho honesto oferece dignidade, não grande riqueza, por certo, mas a riqueza não é um dom de Deus, é uma prova, difícil de superar sem sentir avidez por ela, ou  orgulho, sem egoísmo, porque a riqueza é para ser compartilhada com quem não a possui, não para vangloriar-se. É a prova mais difícil para a alma. E isto a muitos poderá parecer estranho.

Também os ministros de Meu Filho deveriam ter com digndade, porém nunca ricos: muitos deles que tem o suficiente deverão dar a quem não tem.. Assim como quem de vós que tem e agora escuta, deveria dar muito mais que o supérfluo.

O mundo deveria estar cheio de mãos extendidas... Está cheio de ameaças... Precisamente quando Jesus tinha oito anos me disse estas palavras:

"Mãe, peço a meu Pai o amor entre os homens, porém são os homens os que não querem amar-se, o Pai envia amor, os homens não o querem empregar! Morrerei sobre a Cruz, morrerei na dor por todos aqueles que não querem fazer uso do amor!"



25 de Janeiro de 1982

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